Mapa de risco sugere melhora e mostra apenas uma região com risco gravíssimo em SC

Nova matriz de risco potencial para a Covid-19 mostra quatro regiões em risco grave e outras 11 em risco potencial alto

Foto: Reprodução/SES-SC

Foto: Reprodução/SES-SC

Pela segunda semana consecutiva, o Mapa de Risco aponta apenas uma região de Santa Catarina no mais alto nível de alerta para a Covid-19.

A matriz de risco divulgada pelo governo do Estado neste sábado, 18, mantém a região Nordeste no "vermelho". Também houve melhora nas outras localidades, considerando que nesta atualização são quatro regiões no nível gravíssimo (laranja), contra sete na última semana.

No boletim deste sábado, 18, Santa Catarina conta com 11 regiões em risco potencial alto, destacadas em amarelo no mapa. Em comparação com o mapa de uma semana atrás, isso mostra uma melhora na situação de três regiões do Estado.

O quesito de Capacidade de Atenção permanece sendo o destaque positivo, com 13 regiões em risco moderado (azul) em Santa Catarina. Neste ponto, apenas as regiões Nordeste e Planalto Norte, que estão no gravíssimo, e Xanxerê, no grave, apresentam níveis mais preocupantes em relação à ocupação de leitos de UTI (Unidades de Tratamento Intensivo).

De acordo com o último boletim da Covid-19, divulgado também na tarde deste sábado pelo governo do Estado, Santa Catarina possui 5.032 casos confirmados da doença em acompanhamento. Desde o início da pandemia, 19.067 óbitos foram causados pela doença respiratória. A taxa de letalidade é de 1,63%. Foram registradas 12 mortes a mais que o boletim de sexta-feira, 17.

Regiões com risco alto (amarelo):

Alto Uruguai Catarinense;

Alto Vale do Itajaí;

Alto Vale do Rio do Peixe;

Extremo Oeste;

Foz do Rio Itajaí;

Grande Florianópolis;

Laguna;

Médio Vale do Itajaí;

Meio Oeste;

Serra Catarinense.

Regiões com risco grave (laranja):

Extremo Sul;

Oeste;

Planalto Norte;

Xanxerê.

Como é feita a classificação da Matriz de Risco Potencial da Covid-19?

Para obter os índices, a matriz é organizada em quatro dimensões: gravidade, transmissibilidade, monitoramento e capacidade de atenção da Covid-19. Nisso, a variação das mortes semanais por 100 mil habitantes é a informação epidemiológica mais precisa, sendo inserida no quesito "gravidade".

A mesma ainda aborda a tendência de internação por Síndrome Respiratória Aguda Grave por 100 mil habitantes. Já a taxa de transmissibilidade agrupa o número de pessoas infectadas, por 100 mil habitantes.

A capacidade de monitoramento avalia a cobertura vacinal na população maior de 18 anos em Santa Catarina, com a segunda dose ou dose única, bem como a variação de número de casos semanal. Por fim, a capacidade de atenção examina a ocupação de leitos de UTIs adulto SUS reservado para Covid-19.